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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Frágil.


Você.
Não é o suficiente.
Para preencher.
O vazio em mim.
E meus olhos queimam.
Esse não é o teu lugar.
Tente lutar.
Com o pescoço ao cadafalso é difícil pensar.
Só saia daqui.
Deixe-me dormir.
Pois minha vida é sustentada por uma pequena linha.
Que pode se partir.
Com o peso extra de carregar em minhas mãos.
O seu coração.
Eu sou frágil.
E posso me quebrar.
Apenas com o impacto de meras palavras.
Frágil.

4 comentários:

Felipe S. disse...

Pablo, bróder, cada vez que eu venho aqui ler os seus textos, mais e identifico e menos tenho a dizer por mim mesmo. Você escreve muito do que eu penso e sinto, e fica melhor você gritando do que eu.

Abração!

Diário da Lagarta disse...

nossa, falou tudo, como sempre.

Elvio Fernandes disse...

Frágil. Não há outra palavra.

Giovanna Cóppola disse...

Apenas com o impacto de meras palavras. Sempre assim!

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