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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Gravidade

Tem esse sentimento bom que
eu resolvi chamar de universo,
um sentimento em expansão.
Hoje eu te quero em 10 dimensões,
mesmo quando você ri do meu sotaque
imitando tudo que eu falo.
O estado de plenitude e equilíbrio psíquico,
vulgo felicidade,
é um ovo lançado para o alto, quanto mais alto
mais feliz,
a depressão é a gravidade e o chão eu chamo
de realidade. Você sabe como acontece.
Eterna disforia, eterno quase.
Sinto calor na medula dos ossos.
Sinto o velho frio que corta entre as costelas.
Você trouxe esse sentimento bom,
esse sentimento que esta em expansão,
no seu sorriso parece tão fácil que me faz
pensar que todo esse tempo eu fui tolo,
infeliz porque quis.
Mas depois da euforia vem à disforia,
depois da expansão vem à retração
depois do voo vem à queda.
Por isso hoje vou te foder como nunca
com meu pau enorme,
te escrever algo que você nunca vai ler,
te deixar no portão da sua casa e
não me importar quando tudo virar
cinzas.

3 comentários:

Ana Bailune disse...

Sabe, o tempo todo eu pensei neste poema como a letra de um rap...

Anônimo disse...

Eu aqui no ócio e na vadiagem, lembrei de um tumblr muito louco que eu conhecia, quando vou visitar... ele foi deletado. PQP Pablo seu herege!! kkkk pelo menos continua com o blog. :)
Beijos meu FELHO!

Lukas Celta disse...

Gostei dos teus delírios, jovem. Sou meio assim, também. Benvindo à margem onde dormem os exilados...

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